Comentarista afirma que é cedo para dizer se o Rubro-Negro já assimilou o trabalho do novo treinador e elogia primeiro tempo do Atlético-MG: "Dominou um tempo inteiro"
Na primeira rodada da Copa Sul-Minas-Rio, o Flamengo derrotou o Atlético-MG por 2 a 0, na noite desta quarta-feira, em jogo realizado no Mineirão. Paolo Guerrero marcou os dois gols da partida e quebrou um jejum pelo Rubro-Negro que durava cinco meses. Para o comentarista Bob Faria, o triunfo do time carioca já tem dedo de Muricy Ramalho, mas ainda é cedo para dizer que a equipe já assimilou o trabalho do treinador (assista ao vídeo).
- Hoje teve o dedo do Muricy. A modificação que ele fez tirando o Gabriel e colocando o Cirino deu outra cara para o Flamengo, que era um time acuado e envolvido pelo toque de bola do Atlético-MG. Ganhou velocidade a partir da entrada do Marcelo Cirino, que abriu espaço para o Flamengo jogar. É muito cedo ainda para dizer que tem um DNA, uma assinatura, um comportamento tático da equipe. Pelo que vimos, o Muricy não estava tão feliz assim com o comportamento de alguns jogadores dentro do campo. Questão de posicionamento mesmo - afirmou o comentarista.
- Hoje teve o dedo do Muricy. A modificação que ele fez tirando o Gabriel e colocando o Cirino deu outra cara para o Flamengo, que era um time acuado e envolvido pelo toque de bola do Atlético-MG. Ganhou velocidade a partir da entrada do Marcelo Cirino, que abriu espaço para o Flamengo jogar. É muito cedo ainda para dizer que tem um DNA, uma assinatura, um comportamento tático da equipe. Pelo que vimos, o Muricy não estava tão feliz assim com o comportamento de alguns jogadores dentro do campo. Questão de posicionamento mesmo - afirmou o comentarista.
Apesar de ter deixado o Mineirão sem balançar as redes, o Atlético-MG criou oportunidades, principalmente no primeiro tempo. Com apenas um minuto, o zagueiro Tiago acertou o travessão após escanteio. Aos 10, também da etapa inicial, Giovanni Augusto teve outra grande chance. Bob elogiou a atuação do Galo nos primeiros 45 minutos, mas disse que é cedo para fazer uma avaliação do trabalho de Diego Aguirre.
- É cedo para fazer uma análise do Atlético-MG. O fato é que o time teve oportunidades no primeiro tempo. Duas muito boas, inclusive. Uma bola na trave, o Giovanni Augusto teve outra embaixo da trave e não conseguiu converter em gol. Dominou um tempo inteiro jogando. No segundo tempo o Flamengo cresceu - disse.
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